DIA 22 (SEXTA): “Videoinstalação: Os alertas de Siron Franco”

Hoje fui ao MAM(Museu de Arte Moderna) no Aterro e visitei a exposição no segundo piso sobre o cerrado chamada “O alerta de Siron Franco”; realmente era uma exposição que alertava as pessoas, pois utilizava-se de mecanismos principalmente visuais e que aguçavam todos os nossos sentidos, como por exemplo; ao entrar tinha:

  • Túnel d’água com um corredor de 12m, com som e imagem;
  • Sala de bioluminescência com esculturas em terra e fibra de vidro que eram iluminadas com LEDs, também emitia som e fragância;

    Representa cupinzeiros cobertos durante a noite por miríades de vagalumes – sala de bioluminescência

  • Sala com telões bem grandes que passavam imagens da fauna e flora, emitia uma fragância gostosa com cheiro de mata (se contrapunha ao cheiro de queimada que nos remete a devastação);

    Fauna(ave) – sala dos rupestres

    Fauna (besouros) – sala dos rupestres

    Fauna(borboleta) – sala dos rupestres

  • Túnel de fogo, com um corredor de 12m que emitia fragância de queimada com um cheiro bem desagradável;
  • Painel do INPE(Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), possuia imagens de monitoramento das queimadas em tempo real;

    Monitoramento das queimadas – INPE

    Focos de queimada – INPE

  •  Muro com 50m com representação de nichos que tinha o formato de animais em risco de extinção, com fundo de espelho;

    Silhuetas de animais em risco de extinção

    Informações sobre o CERRADO:

  •  Possui 1/3 da biodiversidade do Brasil (5% da biodiversidade do planeta);
  • Mais de 2 milhões de km² (24% do território nacional);
  • Nascem 14% das águas que correm para as grandes bacias hidrográficas brasileiras como por exemplo: Bacia Amazônica,  do São Francisco, Paraná/Paraguai;
  • Decido ao estoque que se acumula no subsolo, seria suficiente para gerar durante 7 anos o fluxo para as grandes bacias, só que com o desmatamento e compactação do solo, reduz esse tempo para 3 anos;
  • É mal visto chamado de “feio, pobre e triste”
  • OBS: Ao passar por essa exposição acabamos por refletir, nos impactos da ação antrópica neste bioma brasileiro, que nada é valorizado, deixado de lado muitas vezes, talvez por não ter uma biodiversidade que atraia muito, com a presença de árvores com cascas grossas e troncos retorcidos, se comparado a biodiversidade amazônica por exemplo. No entanto vivem diversas espécies de animais e vegetais nesse bioma que merecem total atenção da população!Habitam esse espaço animais como: anta, lobo-guará, gambá, capivara, macaco-prego, cutia, onça-pintada e onça–parda, jaguatirica etc, sendo que algumas dessas espécies estão ameaçadas de extinção!
    Portanto foi muito válida essa visita no museu, pois não há nada mais efetivo para a conscientização da população, no que se refere a preservação ambiental e de biomas, do que o uso de imagens, som, cheiro entre outros recursos que mexam com nossos sentidos, fazendo com que gravemos mais fácil tais informações!Por enquanto é só…
    Beijos,
    Clara
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